Leciono pri Amikeco

LECIONO PRI AMIKECO

 

Vivis du paseroj: Kvik kaj Kvivit. Foje Kvik ricevis poŝtan pakon de sia avinjo. Tutan keston da milia grio

Sed Kvik ne diris pri tio eĉ unu vorton al sia amiko.

"Se mi disdonados la milian grion, restos nenio por mi", – ĝi pensis. Do, ĝi forbekis ĉiujn grajnojn sola. Sed kiam ĝi forĵetis la keston, kelkaj grajnoj tamen elŝutiĝis sur la teron.

Tiujn grajnojn trovis Kvivit. Ĝi zorge kolektis ilin en paketon kaj flugis al sia amiko Kvik.

– Saluton, Kvik! Mi trovis dek miliajn grajnojn. Ni disdividu ilin je egalaj partoj kaj forbeku.

– Ne indas… Por kio?.. – Kvik komencis svingi rifuze la flugiletojn. – Vi trovis – do, vi manĝu!

– Sed ni ja estas amikoj, – Kvivit diris. – Kaj amikoj devas ĉion dividi egale. Ĉu tio ne estas vero?

– Verŝajne vi pravas, – Kvik diris. Ĝi sentis grandan honton. Ja ĝi mem forbekis tutan keston da milia grio kaj ne regalis la amikon, ne donis al ĝi eĉ unu grajnon. Sed nun rifuzi la donacon de la amiko signifus ofendi ĝin. Kvik prenis kvin grajnojn kaj diris:

– Dankon al vi, Kvivit! Kaj pro la grajnoj, kaj pro la leciono pri amikeco…

Tradukis el la rusa Miĥail PovorinTeksto sendita al mi de Neuza Brienze

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Fabelo de Neuza Brienze

 

 Fabelo

Verkis Neŭza Brienze

    En la Lumarbaro du loĝantoj, Blankakato kaj Nigrakato parolas.

“Ĉu vi jam scias la lastan novaĵon”? demandas la Blankakato.

Respondas la Nigrakato: “ankoraŭ  ne, kio okazas?”

“Oni diras, ke ni lernu novan lingvon kreitan de saĝa simio kaj tie ĉi en la Lumarbaro la paco kaj kompreno regnos ĉar ĉiuj loĝantoj tre bone sin komprenos”.

“ Ĉu vere? Ĉu vi volas diri, ke nia malamiko hundo ŝanĝiĝos kaj  fariĝos amiko”? demandas la Nigrakato.

“Jes!” respondas la Blankakato. “ Ĉiuj sin komprenos kaj respektos plene unu la aliajn parolante tiun lingvon. Ni kapablos eksponi niajn motivojn, opiniojn,ktp kaj reciproke kompreni la aliajn. Ekzemple lupoj ne plu persekutos ŝafojn, ni katoj, respektos la birdetojn kaj  ni ne plu bezonos forkuri de la plej fortaj, kiuj eĉ mortigas nin”.

  La Nigrakato: “Nur vidante, mi kredos!”

  La Blankakato; “Nia reĝo, LeonoII, vizitis la najbaran Belarbaron kie tiu lingvo jam estas parolata kaj restis ege mirplena ĉar konstatis persone la ordon, progreson kaj pacon inter iliaj loĝantoj, kiuj jam ja sukcese sin komprenas, interŝanĝas spertojn, helpas la proksimulojn danke al nova lingvo, kiun ili nomas Benita Lingvo”.

  La Nigrakato: “ nur se mi vidos mi kredos denove mi diras”.

  La Blankakato: Mi ankoraŭ ne vidis sed mi kredas ĉar oni diras, ke tie malaperis la disputoj, la malbonoj kaj regas la amo. Kelkaj ne volis lerni, translokiĝis al alia arbaro sed poste revenis. Kompreneble kelkaj restis kontraŭ la renovigo aŭ dubis kiel vi  sed la tempo jam  montris la venkon de la ama lingvo laŭ Leono II, kiu kontraktis instruistojn por instrui ĝin en nia lando”.

  La Nigrakato: “Mi atendas lerni kaj persone konstatis la veron”.

La tempo flugis… kaj iun tagon en vigla festo la du konversacias.

  Nigrakato: “Vi pravas amiko, nun mi vidas kaj kredas. Post la akceptado kaj lernado de la “Benita Lingvo”, kiun multaj alnomas Lingvo de l’amo vere mi konstatas la komprenon kaj fratecon inter ĉiuj.

Nun mem ni povas senti la fratan etoson tie ĉi, ĉu ne? Tre merite nia estro Leono II ricevos la Pacpremion.

  Blankakato: Tre merita premio kaj mi aldonas, ke ankaŭ tia radika ŝanĝo nun festata sukcesis ĉar li, nia sindediĉa gvidanto, apogis la renoviĝa-movadon.

 Neuza Brienze

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Zamenhof

Zamenhof

Há 120 anos, Ludovic Lazarus Zamenhof criou o Esperanto, idioma baseado em diversas línguas, para unir todos os povos do planeta

Seu primeiro nome é citado em idiomas diferentes, dependendo do biógrafo: Lázaro Luiz, Ludovic Lazarus, Ludwik Lejzer ou Ludwik Lazarz. É até compreensível, dada a fluência em nove línguas que o biografado possuía – não por acaso é também o criador do Esperanto, a língua planejada (e não artificial, veja a entrevista com Pedro Cavalheiro, na pág. 18) mais falada e bem-sucedida do mundo. Assim, este ano de 2007 é uma homenagem
dupla ao tal Lázaro Luiz Zamenhof: não só pelos seus 90 anos de morte, mas também pelo idioma, que completa 120 anos.

Zamenhof (1859-1917) foi oftalmologista e filólogo. Adquiriu como línguas maternas o Russo, o Iídiche e o Polonês, além de dominar o Alemão fluentemente. Aprendeu, mais tarde, Francês, Latim, Grego, Hebraico e Inglês, e tinha conhecimentos de Italiano, Espanhol e Lituano. Essa fascinação por idiomas lhe deu a idéia de criar uma língua simples, funcional, prática e, principalmente, universal. Havia, é claro, outros motivos.

Zamenhof nasceu na Polônia, na época anexada ao império russo, na pequena cidade de Bialystok, marcada por lutas raciais. O problema era agravado pelo fato de, só nessa cidade, serem falados quatro idiomas oficiais (Russo, Alemão, Polonês e Iídiche). Para ter uma idéia, quando a Polônia pertencia ao império russo, eram faladas cerca de 200 línguas diferentes. Essa situação marcaria profundamente o jovem Zamenhof e despertaria nele a idéia da “língua neutra”.

 Trecho de texto publicado na revista “Discutindo Língua Portuguesa”

http://www.discutindolinguaportuguesa.com.br

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Objetivos do Esperanto e endereços de cursos pela internete

OBJETIVOS DO ESPERANTO

 

E streitar os povos.

S emear a compreensâo.

P reparar a concórdia.

E spalhar a solidariedade humana.                                                                

R eunir as criaturas.

A clarar os caminhos das nações.

N utrir os ideais de fraternidade universal.

T raçar rumos novos à evolução humana.

O rganizar a paz do terceiro milênio.

 

(Abel Gomes)

 

Cursos de Esperanto gratuitos pela Internet

 

http://www.institutoesperanto.com.ar

http://www.lernu.net

http://www.kurso.com.br

 

Dicionário ilustrado:

 http://www.lernu.net/lernu.php?loko=/bildvortaro/

 

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A história do Esperanto

A HISTÓRIA DO ESPERANTO

 

  

               Filho de judeus, Zamenhof nasceu numa pequena cidade da Polônia, denominada Bialistoque, em 15 de dezembro de 1859.

               Naquela época a Polônia encontrava-se sob o domínio dos russos, que estimulavam o choque de ódios raciais, religiosos e nacionais entre os diversos grupos que viviam em solo polonês. Polacos, judeus, lituanos e alemães detestavam-se mutuamente. Nesse clima Zamenhof cresceu e viveu sua infância.

               Desde criança ele acalentava o sonho de criar uma língua, pela qual as pessoas de sua cidade  pudessem se entender. Zamenhof aprendeu vários idiomas e, ainda no ginásio, rascunhou aquilo que viria a ser a língua universal.

                 Zamenhof foi estudar medicina em Moscou. Num de seus retornos de férias, procurou pelos rascunhos. Sua mãe informou que o pai os havia queimado.

                 Pacientemente ele reconstruiu todo o seu idioma. Testou-o de várias maneiras. Traduziu grandes obras da literatura mundial.

                 Finalmente, em 26 de julho de 1887, com o auxílio financeiro de seu futuro sogro, Zamenhof lançou o Esperanto para o mundo, através de um pequeno livro, em russo, que contém o alfabeto, as 16 regras gramaticais, alguns textos de leitura, em prosa e verso, e um vocabulário. No mesmo ano saem edições em polonês, alemão e francês. A língua ganha seus primeiros adeptos.  São fundados os primeiros clubes para o cultivo do idioma. Editam-se revistas e alguns livros escritos diretamente em Esperanto  e traduções de obras de línguas nacionais.

 

               Em 1905, ocorreu em Boulogne-sur-mer, na França, o primeiro Congresso Mundial de Esperanto, onde quase mil pessoas se confraternizaram e utilizaram o idioma em toda a sua plenitude. O interesse pelo Esperanto cresceu. Anualmente sucederam-se outros Congresos Mundiais.

 

               Em 1914, porém, a deflagração da 1ª Guerra Mundial interrompeu a expansão do movimento esperantista. Zamenhof falece, em Varsóvia, a 14 de abril de 1917. Finda a guerra, o Esperanto consegue retomar suas posições anteriores, mas volta a perdê-las com a eclosão da 2ª Guerra Mundial. Hitler proíbe manifestações esperantistas na Alemanha e nos países por ele subjugados. Persegue, encarcera e manda matar esperantistas. Na Polônia, toda a família Zamenhof foi dizimada. Por sua vez Stalin faz o mesmo na Rússia e países satélites. Também na China e no Japão, o Esperanto sofreu perseguições semelhantes.

          Com o fim da 2ª Guerra Mundial, o Esperanto se reorganiza e renasce em muitos países da Europa.

          Com o fim da Guerra Fria, ressurge o movimento esperantistas nos países da Europa Central e da União Soviética.

 

 

(Em Esperanto para Principiantes – Aloísio Sartorato – RJ.)

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Você sabe o que é Esperanto?

                                 Esperanto é a Língua Internacional, criada pelo humanista e poliglota polonês Lázaro Luiz Zamenhof. O Esperanto não foi criado para substituir as línguas nacionais – mas para servir como uma "segunda língua" para todos os povos.

                                 O Esperanto venceu a "prova do tempo", pois há mais de cem anos tem mantido, firmemente, a sua posição ao lado das grandes línguas nacionais. Já há vários anos a UNESCO reconheceu o valor cultural do Esperanto e recomendou o seu ensino a todos os países-membros das Nações Unidas.

                                   O Esperanto já é falado por mais de um milhão de pessoas, espalhadas pelo Mundo. Já tem uma vasta literatura, com milhares de obras, originais ou traduzidas, o que inclui até a Bíblia. Há também excelentes revistas, inclusive em países do Extremo Oriente, como a China e o Japão. Há clubes de Esperanto em todos os continentes.

                                  O Esperanto já é ensinado em várias escolas e universidades, em diversos países, inclusive o Brasil. Várias emissoras estatais de rádio, de alcance mundial (em ondas curtas), transmitem regularmente programas em Esperanto, destacando-se as do Vaticano, Polônia, Áustria e China. Pode-se, também, usar o Esperanto para corresponder-se com pessoas de inúmeros países, inclusive pela Internet. E pode-se, até hospedar – ou ser hospedado, em casas de esperantistas no exterior.

 

 

(Em Minicurso de Esperanto – J. Salles – Rio de Janeiro)

 

 

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Você sabia?

                           ĈU VI SCIAS?  

 O Pai Nosso foi a primeira obra literária impressa em
 Esperanto no Brasil e saiu no jornal "O Paiz" de 12 de
 abril de 1898, na coluna de Arthur Azevedo.
 Antes disso, em 1894, o jornalista Arno Philipp publicou
 em Porto Alegre, no jornal "Deutsche Zeitung", um artigo
 favorável ao Esperanto. Tal gazeta era dirigida aos
 imigrantes alemães radicados sul do Brasil.
 O nome de Arno consta no XVII Adresaro, que traz os
 adeptos inscritos de outubro de 1895 a janeiro de 1897,
 onde aparece então a primeira localidade brasileira
 – Porto Alegre. Inscrição nº 3846.
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 Deliciosa exceção

 "Embora nativo da Polônia, o Dr. Zamenhof não
 incluiu palavras polonesas em sua língua internacional
 – com uma notável exceção. Quando precisou escolher uma
 palavra para "lingüiça", aparentemente foi incapaz de
 resistir à memória da deliciosa "kielbasa" polonesa, de
 modo que lingüiça acabou sendo "la kolbaso"."

 Fonte: As línguas do mundo, pág. 299, Charles Berlitz*,
 Editora Nova Fronteira, 1988.
 *Charles Berlitz, que chegou a falar quase 30 idiomas,
 foi considerado um dos 15 maiores lingüistas do mundo.

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